Adoração ao Santíssimo Sacramento
Pe. Mário Marcelo Coelho, scj
Conforme o Catecismo da Igreja Católica no número 2096, A adoração de Deus é o primeiro ato da virtude da religião. Adorar a Deus é reconhecê-lo como Deus, como o Criador e o Salvador, o Senhor e o Dono de tudo o que existe, o Amor infinito e misericordioso. “Adorarás o Senhor, teu Deus, e só a Ele prestarás culto” (Lc 4,8), diz Jesus, citando o Deuteronômio (6,13). Também, “A adoração é a primeira atitude do homem que se reconhece criatura diante de seu Criador. Exalta a grandeza do Senhor que nos fez e a onipotência do Salvador que nos liberta do mal. É prosternação do Espírito diante do “Rei da glória” e o silêncio respeitoso diante do Deus “sempre maior”. A adoração do Deus três vezes santo e sumamente amável nos enche de humildade e dá garantia a nossas súplicas”.
A pessoa que se coloca em adoração está reconhecendo a Jesus como nosso único Senhor e Salvador. É uma atitude de humildade daquele que se prostra e se entrega a Ele, é ter a mesma atitude dos reis magos que vão ao encontro do Salvador e dizer sempre “Onde está o Rei ... viemos adorá-lo” (Mt 2,2) e ao encontrar o Menino Deus na manjedoura prostram-se diante d’Ele e oferecem seus presentes.
A pessoa em diversas situações e condições se coloca de forma diferente diante de Jesus eucarístico, em alguns momentos nossa atitude é de adoração e contemplação, outros de súplica ou pedidos para a própria pessoa ou por outras, pode ser de agradecimento por uma graça alcançada, de pedido de perdão, mesmo de repouso, descanso, etc. Deus quer que cada um se apresente diante d’Ele de forma honesta e sincera como se encontra, “Bendito seja aquele que vem em nome do Senhor! Hosana no mais alto dos céus”! (Mt 21,9).
O Papa João Paulo II - Ecclesia de Eucharistia escreve: “A Eucaristia é um tesouro inestimável: não só a sua celebração, mas também o permanecer diante dela fora da missa permite-nos beber na própria fonte da graça. Uma comunidade cristã que queira contemplar melhor o rosto de Cristo, ... não pode deixar de desenvolver também este aspecto do culto eucarístico, no qual perduram e se multiplicam os frutos da comunhão do corpo e sangue do Senhor.”
Em sua carta apostólica “Mane Nobiscum Domine”, o Papa João Paulo II nos apresenta o dom da Eucaristia como um grande mistério. Mistério a ser celebrado de maneira digna; que deve ser adorado e contemplado.
O que entendemos por adoração a Jesus na Eucaristia? A adoração ao Santíssimo Sacramento é estar unido à Santíssima Eucaristia numa atitude de respeito e comunhão com o Senhor. Estamos conscientes, sabemos que a Eucaristia é o sacrifício pascal de nosso Senhor; que é na missa onde se atualiza o mistério da vida, morte e ressurreição de Jesus. Na missa o corpo de Cristo se faz alimento. A missa é um grande banquete onde o próprio Deus se faz refeição. Deste mistério surge a necessidade de celebrarmos com respeito, amor e dignidade cada Santa missa nos colocando em atitude de verdadeira comunhão com o mistério de nossa salvação.
A Igreja anima e incentiva a estarmos diante do Cristo presente na Eucaristia em atitude de adoração e contemplação, “A presença de Jesus no tabernáculo deve constituir como que um pólo de atração para um número sempre maior de almas apaixonadas por ele, capazes de ficar longo tempo escutando a voz e quase que sentindo o palpitar do coração” (Mane Nobiscum Domine, n. 18, p. 20).
Adorar o Senhor na Eucaristia é reconhecer a presença real de Cristo no pão consagrado. Deus é presença real “isto é o meu corpo”, afirma o próprio Cristo. O Papa ainda afirma: “É preciso, em particular, cultivar, quer na celebração da missa, quer no culto eucarístico fora da missa, a viva consciência da presença real de Cristo.” (Mane Nobiscum Domine, n.18, p. 19). A carta apostólica do santo padre ainda nos anima dizendo que a adoração eucarística fora da missa deve se tornar um empenho especial para cada comunidade paroquial e religiosa. “Permaneçamos longamente prostrados diante de Jesus presente na Eucaristia, reparando com a nossa fé e o nosso amor os descuidos, os esquecimentos e até os ultrajes que nosso Salvador deve sofrer em tantas partes do mundo” (Mane Nobiscum Domine, n.18, p. 20)
Que o Cristo eucarístico seja a força em nossa missão.
11.03.2008
Conforme o Catecismo da Igreja Católica no número 2096, A adoração de Deus é o primeiro ato da virtude da religião. Adorar a Deus é reconhecê-lo como Deus, como o Criador e o Salvador, o Senhor e o Dono de tudo o que existe, o Amor infinito e misericordioso. “Adorarás o Senhor, teu Deus, e só a Ele prestarás culto” (Lc 4,8), diz Jesus, citando o Deuteronômio (6,13). Também, “A adoração é a primeira atitude do homem que se reconhece criatura diante de seu Criador. Exalta a grandeza do Senhor que nos fez e a onipotência do Salvador que nos liberta do mal. É prosternação do Espírito diante do “Rei da glória” e o silêncio respeitoso diante do Deus “sempre maior”. A adoração do Deus três vezes santo e sumamente amável nos enche de humildade e dá garantia a nossas súplicas”.
A pessoa que se coloca em adoração está reconhecendo a Jesus como nosso único Senhor e Salvador. É uma atitude de humildade daquele que se prostra e se entrega a Ele, é ter a mesma atitude dos reis magos que vão ao encontro do Salvador e dizer sempre “Onde está o Rei ... viemos adorá-lo” (Mt 2,2) e ao encontrar o Menino Deus na manjedoura prostram-se diante d’Ele e oferecem seus presentes.
A pessoa em diversas situações e condições se coloca de forma diferente diante de Jesus eucarístico, em alguns momentos nossa atitude é de adoração e contemplação, outros de súplica ou pedidos para a própria pessoa ou por outras, pode ser de agradecimento por uma graça alcançada, de pedido de perdão, mesmo de repouso, descanso, etc. Deus quer que cada um se apresente diante d’Ele de forma honesta e sincera como se encontra, “Bendito seja aquele que vem em nome do Senhor! Hosana no mais alto dos céus”! (Mt 21,9).
O Papa João Paulo II - Ecclesia de Eucharistia escreve: “A Eucaristia é um tesouro inestimável: não só a sua celebração, mas também o permanecer diante dela fora da missa permite-nos beber na própria fonte da graça. Uma comunidade cristã que queira contemplar melhor o rosto de Cristo, ... não pode deixar de desenvolver também este aspecto do culto eucarístico, no qual perduram e se multiplicam os frutos da comunhão do corpo e sangue do Senhor.”
Em sua carta apostólica “Mane Nobiscum Domine”, o Papa João Paulo II nos apresenta o dom da Eucaristia como um grande mistério. Mistério a ser celebrado de maneira digna; que deve ser adorado e contemplado.
O que entendemos por adoração a Jesus na Eucaristia? A adoração ao Santíssimo Sacramento é estar unido à Santíssima Eucaristia numa atitude de respeito e comunhão com o Senhor. Estamos conscientes, sabemos que a Eucaristia é o sacrifício pascal de nosso Senhor; que é na missa onde se atualiza o mistério da vida, morte e ressurreição de Jesus. Na missa o corpo de Cristo se faz alimento. A missa é um grande banquete onde o próprio Deus se faz refeição. Deste mistério surge a necessidade de celebrarmos com respeito, amor e dignidade cada Santa missa nos colocando em atitude de verdadeira comunhão com o mistério de nossa salvação.
A Igreja anima e incentiva a estarmos diante do Cristo presente na Eucaristia em atitude de adoração e contemplação, “A presença de Jesus no tabernáculo deve constituir como que um pólo de atração para um número sempre maior de almas apaixonadas por ele, capazes de ficar longo tempo escutando a voz e quase que sentindo o palpitar do coração” (Mane Nobiscum Domine, n. 18, p. 20).
Adorar o Senhor na Eucaristia é reconhecer a presença real de Cristo no pão consagrado. Deus é presença real “isto é o meu corpo”, afirma o próprio Cristo. O Papa ainda afirma: “É preciso, em particular, cultivar, quer na celebração da missa, quer no culto eucarístico fora da missa, a viva consciência da presença real de Cristo.” (Mane Nobiscum Domine, n.18, p. 19). A carta apostólica do santo padre ainda nos anima dizendo que a adoração eucarística fora da missa deve se tornar um empenho especial para cada comunidade paroquial e religiosa. “Permaneçamos longamente prostrados diante de Jesus presente na Eucaristia, reparando com a nossa fé e o nosso amor os descuidos, os esquecimentos e até os ultrajes que nosso Salvador deve sofrer em tantas partes do mundo” (Mane Nobiscum Domine, n.18, p. 20)
Que o Cristo eucarístico seja a força em nossa missão.
11.03.2008